Não sei o que é...sei que penso demasiado na vida, em coisas que muitas das pessoas não pensam. Coisas ridículas, possivelmente. Às vezes, juro que desejava ser diferente. Não para que os outros pudessem gostar de mim, mas de maneira a que eu me pudesse orgulhar de mim mesma, de maneira a que eu pudesse gostar de mim mesma. O meu maior medo é falhar, magoar, desiludir. Não há nada como magoar aqueles que mais amas, como ver uma cara de pura e completa desilusão a olhar os teus olhos. Mas às vezes, sinto que carrego um peso tão grande nos meus ombros que penso que o mundo vai desabar sobre mim e que eu serei a culpada. É inevitável. Ainda não encontrei maneira alguma de acabar com isto, e acho que nunca mudarei. Faz parte de mim, nasceu e cresceu comigo, penso que também morrerá a meu lado.
sábado, 29 de março de 2008
quarta-feira, 19 de março de 2008
:')
Hoje, pela primeira vez, fui lá sozinha.
Custou-me, acredita que sim! Mas há coisas que precisamos de fazer e eu fi-lo, por ti.
Visitar-te-ei mais vezes, a partir de agora.
Custou-me, acredita que sim! Mas há coisas que precisamos de fazer e eu fi-lo, por ti.
Visitar-te-ei mais vezes, a partir de agora.
sábado, 8 de março de 2008
Amizade.
Às vezes dou por mim a pensar se a verdadeira amizade existe. Todos nós estamos rodeados de pessoas fúteis, egocêntricas e falsas. Pessoas que são tudo aquilo que nós gostávamos que elas fossem connosco, mas que, mal viramos costas, apunhalam-nos. Não sei de onde vem tamanha falsidade ou maldade. Nem sei sequer se se trata de maldade ou não. Custa-me imaginar que há pessoas que podem ter esse tipo de personalidade. Custa-me imaginar que há pessoas que reagem assim. São coisas que não podem ser estudadas e muito menos compreendidas. Se há alguém que compreenda, então que me explique.
Mas depois, observo todos os pequenos pormenores que a minha vida tem e apercebo-me que, sim, a verdadeira amizade existe. Não sei defini-la e muito menos explicá-la. É do tipo de coisas que só se percebe quando se sente. É daquelas certezas que florescem e continuam a crescer a cada dia que passa.
Neste mundo de coisas e pessoas superficiais ainda é possível conhecer alguém onde encontramos uma pureza, uma inocência de tal tamanho que nos dá vontade de continuar a viver. Kant admite que a pura intenção ou "vontade santa" não existe em ninguém. Não gosto de contradizer um grande filósofo, mas, em certas circunstâncias, acho que há pessoas que possuem essa característica.
A esse tipo de pessoas eu gosto de chamar de Verdadeiros Amigos. Para mim, são aqueles que se preocupam connosco, que nos dão algo sem esperar receber nada em troca, que nos apoiam incondicionalmente, que ficam e lutam connosco contra qualquer obstáculo, que nos ajudam a alcançar um determinado objectivo e a superar as dificuldades do dia-a-dia, que não fogem e não desistem de uma relação de amizade, que têm a capacidade de nos fazer esboçar um sorriso só por os termos ao nosso lado, que têm sempre um ombro disponível onde possamos chorar, que sabem coisas de nós que mais ninguém sabe. Para mim, a verdadeira amizade é aquela que é construída à base da confiança, que não precisa de possuir um "adoro-te" ou um "amo-te" porque isso já é sentido, onde a saudade é uma constante e que nos dá um aperto no coração.
E, mesmo apesar de não dizer "amo-te" a todos aqueles que me rodeiam, não significa que não os considere meus amigos. Essa palavra, para mim, só serve para expressar um sentimento mesmo forte. O que acaba por ser ridículo, visto que os sentimentos são das coisas mais difíceis para se expressar.
E aqueles que considero Amigos Verdadeiros...esses mantenho-os sempre comigo, levo-os sempre ao meu lado onde quer que eu vá.
E tudo o que posso fazer é deixar um grande Obrigada a todos por tudo.
Sem eles eu não era nem um oitavo daquilo que eu sou.
Mas depois, observo todos os pequenos pormenores que a minha vida tem e apercebo-me que, sim, a verdadeira amizade existe. Não sei defini-la e muito menos explicá-la. É do tipo de coisas que só se percebe quando se sente. É daquelas certezas que florescem e continuam a crescer a cada dia que passa.
Neste mundo de coisas e pessoas superficiais ainda é possível conhecer alguém onde encontramos uma pureza, uma inocência de tal tamanho que nos dá vontade de continuar a viver. Kant admite que a pura intenção ou "vontade santa" não existe em ninguém. Não gosto de contradizer um grande filósofo, mas, em certas circunstâncias, acho que há pessoas que possuem essa característica.
A esse tipo de pessoas eu gosto de chamar de Verdadeiros Amigos. Para mim, são aqueles que se preocupam connosco, que nos dão algo sem esperar receber nada em troca, que nos apoiam incondicionalmente, que ficam e lutam connosco contra qualquer obstáculo, que nos ajudam a alcançar um determinado objectivo e a superar as dificuldades do dia-a-dia, que não fogem e não desistem de uma relação de amizade, que têm a capacidade de nos fazer esboçar um sorriso só por os termos ao nosso lado, que têm sempre um ombro disponível onde possamos chorar, que sabem coisas de nós que mais ninguém sabe. Para mim, a verdadeira amizade é aquela que é construída à base da confiança, que não precisa de possuir um "adoro-te" ou um "amo-te" porque isso já é sentido, onde a saudade é uma constante e que nos dá um aperto no coração.
E, mesmo apesar de não dizer "amo-te" a todos aqueles que me rodeiam, não significa que não os considere meus amigos. Essa palavra, para mim, só serve para expressar um sentimento mesmo forte. O que acaba por ser ridículo, visto que os sentimentos são das coisas mais difíceis para se expressar.
E aqueles que considero Amigos Verdadeiros...esses mantenho-os sempre comigo, levo-os sempre ao meu lado onde quer que eu vá.
E tudo o que posso fazer é deixar um grande Obrigada a todos por tudo.
Sem eles eu não era nem um oitavo daquilo que eu sou.
Subscrever:
Mensagens (Atom)