
Por que razão nos desiludimos? Por que razão nos sentimos tão desapontados? E por que razão isso nos afecta tanto?
A verdade é que, à medida que vamos conhecendo as pessoas, vamos criando expectativas...demasiadas expectativas! Parece que aquilo que pretendemos é fazer com que as pessoas se tornem naquilo que não são mas sim naquilo que, por ventura, nós gostaríamos que fossem. Na nossa cabeça, criam-se ilusões que, no profundo íntimo do nosso ser, desejaríamos que se transfomassem em imagens reais. Estamos tão ocupados com a tentativa de construir sonhos maravilhosos e de idealizar mundos justos onde co-habitam pessoas com personalidades perfeitas, que tudo à nossa volta acabar por se tornar numa fantasia. Um conto de fadas onde, no final, os vilões acabam sempre por ser devidamente punidos e os bons vivem felizes para sempre. Mas quando acordamos para a realidade todas essas imagens dão lugar a simples miragens que, na tentativa de as alcançarmos, desaparecem. Quando abrimos os olhos, o conto de fadas torna-se num filme de terror e o sonho dá lugar ao pesadelo. Todos os nossos ideais e tudo aquilo que desejávamos ser real desvanece-se com um simples piscar de olhos e sentimo-nos presos, numa espécie de solitária, vivendo num mundo às escuras.
E talvez seja esse o motivo de termos desilusões constantes. Na nossa mente, tentamos criar tudo à nossa maneira de uma forma entediantemente organizada. E gastamos tanto tempo a fazê-lo que nos esquecemos que o mundo real é bastante diferente. Ou, se calhar, esquecemo-nos disso propositadamente, apenas porque nos assusta. Custa-nos enfrentar o desconhecido e tudo aquilo que não gostamos, que não é como nós gostaríamos que fosse. E, dessa forma, fugimos, refugiamo-nos nas nossas ilusões, no nosso mundo perfeito, tentando nunca sair dele.
Mas, na minha opinião, nós, como seres humanos, não deveríamos deixar-nos iludir tão facilmente. E, só assim, não nos desiludiríamos.
A verdade é que, à medida que vamos conhecendo as pessoas, vamos criando expectativas...demasiadas expectativas! Parece que aquilo que pretendemos é fazer com que as pessoas se tornem naquilo que não são mas sim naquilo que, por ventura, nós gostaríamos que fossem. Na nossa cabeça, criam-se ilusões que, no profundo íntimo do nosso ser, desejaríamos que se transfomassem em imagens reais. Estamos tão ocupados com a tentativa de construir sonhos maravilhosos e de idealizar mundos justos onde co-habitam pessoas com personalidades perfeitas, que tudo à nossa volta acabar por se tornar numa fantasia. Um conto de fadas onde, no final, os vilões acabam sempre por ser devidamente punidos e os bons vivem felizes para sempre. Mas quando acordamos para a realidade todas essas imagens dão lugar a simples miragens que, na tentativa de as alcançarmos, desaparecem. Quando abrimos os olhos, o conto de fadas torna-se num filme de terror e o sonho dá lugar ao pesadelo. Todos os nossos ideais e tudo aquilo que desejávamos ser real desvanece-se com um simples piscar de olhos e sentimo-nos presos, numa espécie de solitária, vivendo num mundo às escuras.
E talvez seja esse o motivo de termos desilusões constantes. Na nossa mente, tentamos criar tudo à nossa maneira de uma forma entediantemente organizada. E gastamos tanto tempo a fazê-lo que nos esquecemos que o mundo real é bastante diferente. Ou, se calhar, esquecemo-nos disso propositadamente, apenas porque nos assusta. Custa-nos enfrentar o desconhecido e tudo aquilo que não gostamos, que não é como nós gostaríamos que fosse. E, dessa forma, fugimos, refugiamo-nos nas nossas ilusões, no nosso mundo perfeito, tentando nunca sair dele.
Mas, na minha opinião, nós, como seres humanos, não deveríamos deixar-nos iludir tão facilmente. E, só assim, não nos desiludiríamos.