
Mudei-me recentemente.
Um novo "lar" com um novo tecto e coisas recentes e desconhecidas com um perfume agradável. Estou rodeada de pessoas que conheci há bem pouco tempo, no entanto já consigo chamá-las de Amigos.
Gosto deste sentimento, desta sensação de conforto e de carinho, desta partilha de momentos e deste à-vontade que sinto quando estou com eles. No entanto, será que a descoberta destas novas pessoas, estas novas amizades implicam o desvanecimento de amizades antigas? Temos de nos separar daqueles com quem sempre passámos tudo, desde as piores discussões às melhores gargalhadas? É duro pensar que isso acontece, mas a realidade está à vista de todos. Esforçamo-nos e ninguém pode afirmar o contrário mas, por vezes, esse grande esforço não é suficiente. Por vezes, a força de vontade, a esperança, a confiança e o amor não conseguem ganhar a batalha que travam. E tudo acaba por se ir perdendo, aos poucos, umas vezes sem nos apercebermos e outras, observando imunes, sabendo que não há nada que possamos fazer.
Tudo o que nos resta é a saudade. Saudade de tempos que eram espectaculares, mas que não voltarão. Tempos em que nada mais importava e em que aquela amizade era a mais importante. Tempos em que partilhávamos tudo desde um pequeno e simples "amo-te", às anedotas mais ridículas e a momentos vulgares do dia-a-dia.
Não é irónico dizer que é para sempre? Dizer que aquelas pessoas mesmo especiais para nós são insubsituíveis? No fim de contas, acabamos por fazer novas amizades e as antigas, mesmo que não saiam da nossa mente e do nosso coração, vão-se dissipando, restando apenas a memória, até ao dia em que também esta se irá apagar.
Um novo "lar" com um novo tecto e coisas recentes e desconhecidas com um perfume agradável. Estou rodeada de pessoas que conheci há bem pouco tempo, no entanto já consigo chamá-las de Amigos.
Gosto deste sentimento, desta sensação de conforto e de carinho, desta partilha de momentos e deste à-vontade que sinto quando estou com eles. No entanto, será que a descoberta destas novas pessoas, estas novas amizades implicam o desvanecimento de amizades antigas? Temos de nos separar daqueles com quem sempre passámos tudo, desde as piores discussões às melhores gargalhadas? É duro pensar que isso acontece, mas a realidade está à vista de todos. Esforçamo-nos e ninguém pode afirmar o contrário mas, por vezes, esse grande esforço não é suficiente. Por vezes, a força de vontade, a esperança, a confiança e o amor não conseguem ganhar a batalha que travam. E tudo acaba por se ir perdendo, aos poucos, umas vezes sem nos apercebermos e outras, observando imunes, sabendo que não há nada que possamos fazer.
Tudo o que nos resta é a saudade. Saudade de tempos que eram espectaculares, mas que não voltarão. Tempos em que nada mais importava e em que aquela amizade era a mais importante. Tempos em que partilhávamos tudo desde um pequeno e simples "amo-te", às anedotas mais ridículas e a momentos vulgares do dia-a-dia.
Não é irónico dizer que é para sempre? Dizer que aquelas pessoas mesmo especiais para nós são insubsituíveis? No fim de contas, acabamos por fazer novas amizades e as antigas, mesmo que não saiam da nossa mente e do nosso coração, vão-se dissipando, restando apenas a memória, até ao dia em que também esta se irá apagar.
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