Para falar verdade, ainda não te esqueci. Acho que pessoas assim não se esquecem. Pessoas que marcaram a minha vida como tu marcaste, não se esquecem não. Tenho saudades tuas. Eras tu que sabias exactamente como me arrancar um sorriso, eras tu que sabias exactamente como falar e agir comigo.
Não me arrependo da forma como tudo acabou entre nós. Talvez a culpa tenha sido minha, talvez tenha sido tua. Talvez tenha sido de ambas as partes. O destino não deve ter querido que continuássemos juntas, deve ter sido isso. Não estava escrito. Mas eu sei que dei tudo de mim, se calhar até demais. Foi isso que estragou. Eu nunca te quis magoar, nunca te quis ver sofrer e, por isso, fazia tudo por ti. Toda a gente via o quanto me rebaixava para que nunca nos chateássemos. E tu, simplesmente nunca deste valor a nada. Nunca me valorizaste tanto como eu te valorizava. Nunca te importaste, sequer.
Até estive disposta a dar-te uma segunda oportunidade e foste tu que não a quiseste. Foste tu que me chamaste de desilusão. Se agora viesses atrás de mim. não sei se seria capaz de te negar a oportunidade que desperdiçaste. Apesar de tudo, ainda sinto que preciso de ti. Mas também não vou ser eu a correr por ti, não vou ser eu que vou deixar cair a jarra de vidro por ti, novamente.
Agora, quando olho para trás, sinto saudade. Às vezes o meu coração ainda aperta e sinto vontade de estar a teu lado. Mas agora sei que pessoas como tu não merecem a amizade de pessoas como eu. Posso ser como sou, mas tu não me mereces.
Não me arrependo da forma como tudo acabou entre nós. Talvez a culpa tenha sido minha, talvez tenha sido tua. Talvez tenha sido de ambas as partes. O destino não deve ter querido que continuássemos juntas, deve ter sido isso. Não estava escrito. Mas eu sei que dei tudo de mim, se calhar até demais. Foi isso que estragou. Eu nunca te quis magoar, nunca te quis ver sofrer e, por isso, fazia tudo por ti. Toda a gente via o quanto me rebaixava para que nunca nos chateássemos. E tu, simplesmente nunca deste valor a nada. Nunca me valorizaste tanto como eu te valorizava. Nunca te importaste, sequer.
Até estive disposta a dar-te uma segunda oportunidade e foste tu que não a quiseste. Foste tu que me chamaste de desilusão. Se agora viesses atrás de mim. não sei se seria capaz de te negar a oportunidade que desperdiçaste. Apesar de tudo, ainda sinto que preciso de ti. Mas também não vou ser eu a correr por ti, não vou ser eu que vou deixar cair a jarra de vidro por ti, novamente.
Agora, quando olho para trás, sinto saudade. Às vezes o meu coração ainda aperta e sinto vontade de estar a teu lado. Mas agora sei que pessoas como tu não merecem a amizade de pessoas como eu. Posso ser como sou, mas tu não me mereces.

Como tais palavras de assemelham ao que vivo. Sinto de igual forma esses fulgores teus, mas à minha maneira...
ResponderEliminarNo que respeita à amizade no fim de outro sentimento de "maior" intensidade, sou apelativo a que continue. Apenas de que se deve dar um tempo entre esses sentimentos... a complexidade dessa mudança merece um tratamento bem cuidado.
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